Detesto que me roubem a solidão sem me dar em troca verdadeiramente companhia. (Friedrich Nietzsche).

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Enquanto...



Enquanto você dorme
Eu sonho...

Entro no quarto
Deixo uma trilha de roupa
Me chego do lado
Em aconchego de concha

Calor de lareira
Torpor de vinho
Você
E Eu
Sozinhos

E quando você acorda
Desperto do sonho

Em volta, realidade

Está tudo bem
Foi só uma saudade...


13 comentários:

  1. De um delicado e triste lirismo, gostei. Beijos

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  2. Respostas
    1. Obrigada, Moiselle, que bom que gostou!

      Seu blog está restrito a convidados. É isso mesmo ou é mais alguma do blogger?

      bjo!

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  3. Acho sempre que tuas poesias têm aquilo da vitalidade feminina, da força, do querer. Nem sempre é possível alcançar isso, nem é preciso ser poeta para perceber.

    Muito me ganhou esse poema, sinceramente.

    abraço, Ligeia!

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    1. A poesia vem de dentro, brota, muitas vezes, do nada.
      Este, foi só uma divagação de momento.

      Fico muito grata e feliz pelo que acaba de dizer.

      um abração, Davi.

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  4. Um poema bem sincronizado e lindo, parabéns!

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  5. Olá, Simone!

    Legal te ver aqui. Seja bem vinda!

    Volte sempre. Muito obrigada!

    um beijo.

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  6. Ligéia, você é de uma sutileza nas palavras.
    Que bom.
    Beijos!

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  7. Agradeço muito, Janice, ainda mais vindo de uma poeta como você!

    Muito obrigada.

    bjos!

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  8. Lindo!... Comovente!...

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Costumo responder aos comentários aqui no blog. Todas as opiniões são bem vindas, e importantes. Gosto de saber das pessoas o que pensam, o que sentem, o que gostam. Você que lê e prefere não se manifestar, quem sabe um dia volte para me dizer algo. Não tenho pressa, eu espero.

Divagar é preciso...